24 de mar. de 2016

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Olá colecionadores  trago para hoje a resenha de Feitiço o segundo livro da saga encantadas
Anteriormente resenhei aqui no blog Poder, que trás ha historia de Branca de neve e da Rainha má, já em feitiço continua exatamente onde  Poder parou só que desta vez temos como foco principal a historia de Cinderela, mas, de uma maneira diferente ao qual estamos acostumados há encontrar por ai.
A versão que conhecemos é a da garota que vivia sendo maltratada pela madrasta e as duas meias irmãs feias, que há obrigavam a vestir-se com trapos e a trabalhar, mais será mesmo que as coisas eram desta maneira.
Primeiro a madrasta não é tão má assim, ela é apenas uma mulher amargurada, que trocou sua vida na corte real para fugir com seu verdadeiro amor, e tudo o que mais quer é que as filhas façam parte da nobreza e tenham uma vida melhor do que a dela.
Segundo Cinderela não é tão inocente e bondosa, ela é orgulhosa, invejosa, egoísta e sem o mínimo de pudor, sonha em casar-se com o príncipe e viver uma vida digna de princesa e esta disposta a fazer qualquer coisa desde que consiga a vida ao qual juga ser merecedora.
Eis que esta oportunidade aparece quando  é anunciado um baile: onde todas as moças do reino devem comparecer, pois o príncipe deseja encontrar uma moça para se casar. Cinderela, toda sofredora, é ignorada pela madrasta que está empenhada em preparar a própria filha para o evento.
Na noite da festa, eis que a salvação de Cinderela aparece; a "fada madrinha" que é ninguém menos do que a rainha de gelo (A rainha má de Veneno).Promete a  Cinderela a  chance de conquistar o príncipe, tudo isso com a ajuda de mágicos sapatinhos de diamante, mas, em troca, a menina precisa vasculhar o castelo dele em busca de algo que a rainha deseja.
Cinderela vai ao baile e finalmente conquista o príncipe com há ajuda da magia contida nos sapatinhos, o problema é quando esse efeito passa e ela mesma começa a se questionar se é isso mesmo que quer. Quando  descobre que o príncipe encantado não é tão encantado assim a certeza é absoluta de que a vida no castelo não é o que ela esperava ...
Neste volume Sarah nos faz acompanhar o crescimento de Cinderela e suas descobertas acerca do que realmente deseja e das coisas pelas quais vale a pena lutar. Mesclado ainda a este enredo um novo fim para Branca de Neve (que sinceramente é surpreendente). Feitiço nos traz uma história tão inovadora e criativa quanto a de seu volume antecessor, embora tenha gostado bem  mais deste do que o anterior , desta vez, a autora soube desenvolver melhor o seu enredo, bem como seus personagens. Por falar nos personagens, alguns presentes em Veneno dão o ar de sua graça por aqui, dentre eles, o caçador, que pasmem, sagrou-se o galã da saga. Narrada em terceira pessoa, com uma linguagem fluída a sequência de Sarah Pinborough está intrigante, cômica e sensual e mostrou-se bem melhor do que a história contada no primeiro livro.


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Delirio

Olá Colecionadores trago para hoje a resenha de Delírio o primeiro livro da trilogia distópica de Lauren Oliver.
Em Delírio somos apresentados a uma sociedade onde o amor é tido como uma doença letal, por este motivo todas as pessoas ao completarem seus 18 anos são submetidos há Intervenção onde finalmente obterão a cura e estarão livres da tal doença.
Lena é uma menina de 17 anos e tudo que mais quer é passar pela intervenção e espulgar a doença de si, não vê a hora de ter uma vida perfeita e se livrar dos fantasmas de seu passado, que esta ligado com a morte da mãe  que sucumbiu a doença e acabou tirando a própria vida.
Para Lena a Intervenção é a chance de instabilidade , depois do procedimento ela será tida como uma adulta, apresentada a seu par, um pareamento (casamento arranjado pelo governo) e terá sua casa, seus filhos. Ou seja, uma vida perfeita, linear, sem problemas e será mais uma integrante da sociedade sem amor, sem sentimentos.
Tudo ocorria como planejado até que algo inesperado acontece, Lena acaba se apaixonando (sendo infectada pelo deliria), e com isso passa a vivenciar novas experiências, novas emoções que até então eram desconhecidas por ela, e assim acaba questionando o mundo que lhe era apresentado.

Resenhas


Ano: 2012
Páginas: 352
Idioma: português
Editora: Intrínseca

Sinopse: Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos.
Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas.
Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.